No post anterior abordamos o tema “ansiedade odontológica ou odontofobia” e como podem resultar em redução dos rendimentos financeiros do seu empreendimento.

Focamos em falar sobre a possibilidade de fazer os pacientes que sofrem com estes transtornos, supera-los utilizando basicamente técnicas de aproximação e a típica e desejável relação de confiança.

Já neste post, queremos falar brevemente sobre outro temor e este é o que todo(a) empreendedor(a) enfrenta, que é o medo do “leão” (imposto de renda); o grande responsável em devorar a maior parte dos seus rendimentos através de impostos.

Atente a isto: Se você possui um investimento baixo, obviamente o indicado é que comece como pessoa física, tributando diretamente no seu CPF.

Entendo que é importante que saiba que para abrir a sua empresa, você conheça bem as modalidades de tributação e a grande questão aqui é: Odontólogo pode ser MEI?

Bem! Para explanar de forma breve e esclarecer de forma muito simplificada a modalidade conhecida como MEI (Micro Empreendedor Individual), é a empresa constituída por uma pessoa que deseja se formalizar como pequeno empresário, trabalhando por conta própria. É a maneira mais simples de abrir empresa no próprio nome e atuar de forma regularizada junto aos órgãos governamentais competentes.

Até aqui tudo bem e parece que todos podem se enquadrar, entretanto, é necessário cumprir alguns requisitos e certamente o primordial, é a própria atividade ser permitida à modalidade e este é o principal detalhe e entrave, aqui!

Uma vez que serviços de odontologia não constam mais na sua relação de atividades permitidas, concluímos que não é possível, então, ao odontólogo, ser MEI, logo, a modalidade chamada de LUCRO PRESUMIDO é a mais indicada, principalmente para atuação como clínicas ou consultórios de menor porte, onde o percentual de tributos é composto por: PIS = 0,65%, COFINS = 3%, CSLL = 2,88%, IRPJ = 4,8% e ISS = 5%, perfazendo o total de 16,33%.

É possível, ainda, optar pelo SIMPLES NACIONAL, contudo é importante observar que neste regime a tributação poderá ser maior que do lucro presumido, pois a tributação pelo SIMPLES varia de acordo com o faturamento e vai de 16,93% até 22,45% sobre o faturamento.

Nessa modalidade deve ser considerada a folha de pagamento, pois nesse percentual está inclusa a contribuição do INSS, possibilitando uma economia de 27,8%, que o empreendedor paga sobre o valor bruto da folha se optar por outros regimes.

Destacamos que de toda forma podemos te ajudar a acompanhar as demandas contábeis do seu empreendimento e à medida que evoluir o seu faturamento, temos know how para te oferecer todo suporte e instruções para que migre segura e adequadamente para a modalidade de pessoa jurídica, aplicando o investimento de transição de forma adequada, sem perdas ou desgastes com a burocracia, optando pela modalidade certa para você.

E quem não quer economizar, não é mesmo?!

Sei que ficou claro para você que é possível sim, desde que seja feito da forma correta.

Então, se você precisa de mais informações sobre este assunto, clique aqui e fale conosco!

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